quinta-feira, 25 de agosto de 2011

George Carlin-Pensamento.

Nós bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios, dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e rezamos raramente. 

Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.


Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente.


Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos. Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho.


Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.


Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores. Limpamos o ar,mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.


Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.


Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir maiscópias do que nunca, mas nos comunicamos menos. Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.


Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas "mágicas". Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na despensa. Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar 'delete'.


Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão por aqui para sempre. Lembre-se dar um abraço carinhoso num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer. Lembre-se de dizer "eu te amo" à sua companheira(o) e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, ame... Ame muito.


Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro. O segredo da vida não é ter tudo que você quer, mas AMAR tudo que você tem!


Por isso, valorize o que você tem e as pessoas que estão ao seu lado.






sábado, 20 de agosto de 2011

RESAMENTOS E REFLEXÕES,Mahatma Gandhi

Um homem não pode fazer o certo numa área da vida, enquanto está ocupado em fazer o errado em outra.

A vida é um todo indivisível.





quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Indiferentismo

Agora só se fala em “diet”, ou “light”,
Nos produtos usados na dieta;
Endereços virtuais dizem que é “site”
E falam em “bike”, em vez de bicicleta!


A esnobe sociedade diz “society”...
Ao invés de cancelar falam “deleta”!
O cão de meu vizinho chama “White”
E “Cat” é sua gata predileta!

Assim a Língua perde o seu valor
Aceleradamente, ano a ano,
Se até por “love” estão tratando o amor!


Brasileiro não tem nacionalismo
E só admira o norte-americano,
Levando ao brejo o nosso patriotismo!

Amilton-14.08.11

terça-feira, 16 de agosto de 2011

DEPENDE DE VOCÊ

Nada se compara à preciosidade de uma vida. Num tempo em que os bens materiais são mais importantes que o bem estar do indivíduo, pois que este se submete a qualquer sacrifício para obtê-los, mesmo passando por cima da própria dignidade, o sentido da vida perde espaço para a prioridade da posse. Viver torna-se um jogo competitivo, onde muitos dão as cartas e outros sucumbem sob o mando e desmando de uma minoria.
Uma parábola do mundo budista dizia que certo homem, muito rico, um dia viu seu ouro se transformar em cinzas. Recolheu-se em seu leito de angústias recusando qualquer alimento. Sem seus bens, a vida não tinha razão de ser. Um amigo tentou confortá-lo e reanimá-lo: “Tu não fizeste bom uso de tua riqueza, pois que Ouro acumulado não vale mais que cinza. Agora escuta com atenção o meu conselho. Estende esteiras na praça, junta em montes essas cinzas e finge negociar com elas”.
Perdido por perdido, não custava tentar. Então o rico moribundo assim o fez. Os amigos lhe perguntavam: “Por que vendes cinzas?” E comentavam sua loucura. Algum tempo depois uma criança órfã e muito pobre passou pelo seu improvisado bazar e se encantou com suas mercadorias: “Senhor, por que empilhas ouro e prata para vender?” Admirado, o homem que se dispunha a desfazer-se das “cinzas” que lhe restavam, pediu à menina que lhe apontasse suas riquezas. A menina encheu as mãos de cinzas e estas se transformaram em ouro.
Descobriu assim que o ouro nas mãos do avarento de nada vale, mas quando posto nas mãos do pobre, partilhado e não apenas retido para si, de cinza que era, torna-se ouro puro, abençoado.
A história nos remete para outra, quando duas pessoas fizeram uma aposta de vida ou morte. A pessoa que se julgava mais esperta, dona de soluções que sempre lhe favoreciam na vida, topou o desafio com ares de dono da verdade. Afinal, tinha em mãos um pássaro, um segredo de vida que lhe possibilitara muitas conquistas. Ao outro cabia desvendar esse segredo, responder-lhe acertadamente se o pássaro que possuía em mãos estava vivo ou morto. Se dissesse não, abriria a mão e daria liberdade ao pássaro. Se dissesse sim, o apertaria impiedosamente, até tirar-lhe a vida. De qualquer forma, ganharia a aposta... Mas eis que a resposta pôs por terra sua pretensa sabedoria: “Depende de você”.
Sim, a vida depende de nós. Juntar riquezas, acumular bens, também depende da visão mental que vem da sabedoria do Espírito, não da esperteza humana. Essa é a aposta que Deus faz com os homens. Esse é o pacto: colocar em nossas mãos o privilégio da escolha entre a vida e a morte, entre a riqueza do mundo material – as cinzas que nos sobram – e o vislumbre das cinzas que somos – a consciência de que nenhuma riqueza será verdadeira sem a visão do pobre, a solidariedade, a responsabilidade de bem gerir as riquezas que a vida nos concede. Um pássaro nas mãos vale mais que dois voando, diz o povo. Mas enquanto o temos, enquanto a decisão de permitir-lhe a vida ou asfixiá-la apenas e tão somente para dela obtermos proveito, não é uma aposta ganha. Quem assim joga na vida, perderá – com certeza – a visão beatífica dos tesouros verdadeiros, aqueles que acumulamos do outro lado.
Junte as cinzas que lhe restam. Não as lance ao vento; negocie com elas, faça-as reluzentes, brilhantes aos olhos não dos homens, mas de Deus, do Cristo que passa na pessoa do pobre. Não aprisione um pássaro só para dele se aproveitar, ganhar, ganhar, ganhar. Liberte-se, liberte-o. Pois sua vida depende de você, está em suas mãos.


WAGNER PEDRO MENEZES  








quarta-feira, 3 de agosto de 2011

FLORES! PRIMEIRO SINAL DE VIDA...Por Rivaldo R.Ribeiro


Caminhando entre rochas e dunas escaldantes, o vento soprava quente e seco durante o dia e a noite o frio terrível tomava conta do nosso corpo. O nosso sentido perdia-se, a pele ficava dura e quase sem vida.

Os suprimentos estavam no fim, a agua estava racionada e era servida em gotas, estávamos perdidos... Nenhum sinal de vida no céu ou na terra, apenas um horizonte terrivelmente belo.

O instinto de sobrevivência nos levava nas costas, até quando poderíamos suportar aquilo?

Num dado momento que todos haviam desistido uma “miragem” apareceu diante dos nossos olhos: Uma pequena flor resistia e coloria a terra ressequida a nossa frente... Pequena mas de cores firmes, era azulada e de 07 pétalas. Sete pétalas lembraram-me que esse era um numero de sorte e perfeito. Veio a força novamente, fraca, mas veio. Erguemos nossos corpos doloridos e esqueléticos e a cada passo mais uma flor, outra flor... Percebemos!!. Estávamos salvos!

As flores sempre foram sinal de vida...

Logo à frente a civilização era denunciada com tudo de bom e ruim que ela possui, mas era lá o nosso lugar...