segunda-feira, 30 de abril de 2012

HISTÓRIAS DE UM VIDA NOVA (SUPERAÇÃO)

Na coluna à direita você encontra vídeos de uma história de superação de uma mulher chamada Karina Aparecida Macri Martins. Que depois de sofrer um grave acidente de carro ficou paraplégica, mas sua força de vontade e muita Fé em Deus a está ajudando na recuperação e quase chegando na reta final de conseguir andar novamente...

Acesse o link "História de uma vida nova" na seção DESTAQUES  no topo das postagens...

Ou clique no link:
http://montanhas-azuis-777.blogspot.com.br/p/historias-de-uma-vida-nova.html




Local da Foto beraka-07/07/2002   São josé do rio preto - SP



Descrição:
Tiramos essa foto com o padre Fabio após o término da Missa de abertura do BERAKÁ. Eu e meu esposo Alessandro fizemos a oração da assembléia e no final, fizemos uma oração em agradecimento a vida do padre. Essa noite foi uma bênção...a missa nos levou até o céu e o padre Fábio foi o condutor...Deus seja louvado.

Fonte: Site do Padre Fabio de Melo 



domingo, 29 de abril de 2012

Iolanda - Chico Burque e Simone

Uma das maiores canção de amor. Eternamente amor...
Amor, um sentimento forte que ultrapassa a razão e a vida ...



domingo, 22 de abril de 2012

Pra não dizer que não falei das flores - Geraldo Vandré (1968)





Caminhando e cantando e seguindo a canção
Somos todos iguais braços dados ou não
Nas escolas nas ruas, campos, construções
Caminhando e cantando e seguindo a canção

Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer

Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer

Pelos campos há fome em grandes plantações
Pelas ruas marchando indecisos cordões
Ainda fazem da flor seu mais forte refrão
E acreditam nas flores vencendo o canhão

Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.

Há soldados armados, amados ou não
Quase todos perdidos de armas na mão
Nos quartéis lhes ensinam uma antiga lição
De morrer pela pátria e viver sem razão

Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.

Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.

Nas escolas, nas ruas, campos, construções
Somos todos soldados, armados ou não
Caminhando e cantando e seguindo a canção
Somos todos iguais braços dados ou não
Os amores na mente, as flores no chão
A certeza na frente, a história na mão
Caminhando e cantando e seguindo a canção
Aprendendo e ensinando uma nova lição

Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.

Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.
Pesquise: Geraldo Vandré

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Canção da América



Canção Da América
Milton Nascimento

Amigo é coisa para se guardar
Debaixo de sete chaves
Dentro do coração
Assim falava a canção que na América ouvi
Mas quem cantava chorou

Ao ver o seu amigo partir

Mas quem ficou, no pensamento voou
Com seu canto que o outro lembrou
E quem voou, no pensamento ficou

Com a lembrança que o outro cantou

Amigo é coisa para se guardar
No lado esquerdo do peito
Mesmo que o tempo e a distância digam "não"
Mesmo esquecendo a canção
O que importa é ouvir
A voz que vem do coração

Pois seja o que vier, venha o que vier
Qualquer dia, amigo, eu volto
A te encontrar

Qualquer dia, amigo, a gente vai se encontrar

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Saiba quem foi IRENA SENDLER, a polonesa que salvou 2.500 criancas judias do holocausto.





Irena Sendler sempre foi uma heroína desconhecida fora de Polônia, e reconhecida no seu país apenas por alguns historiadores, já que o regime comunista apagou a sua façanha dos livros de oficiais da escola. Em 1999, a sua história começou a ser divulgada graças a um grupo de alunos de um Instituto de Kansas que produziu um trabalho de final de curso sobre os heróis do Holocausto. Na pesquisa, receberam poucas referências sobre Irena, mas um dado surpreendeu: ela tinha salvo a vida de 2.500 crianças.


A maior surpresa chegou quando, após buscar o túmulo de Irena, descobriram que ele não existia porque… Irena ainda estava viva ! Hoje, com 97 anos, ela reside em um asilo do centro de Varsóvia, em um quarto onde nunca faltam flores e cartões de agradecimento, do mundo inteiro.

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"Irena Sendler é uma heroína cuja candidatura

ao Prêmio Nobel da Paz é totalmente justificada"
Presidente polonês Lech Kaczynski


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Quando a Alemanha invadiu a Polônia, em 1939, Irena era enfermeira no Departamento de Bem-estar Social de Varsóvia, era responsável pelas salas de jantar comunitárias da cidade. Em 1942, os nazistas criaram um gueto em Varsóvia e Irena, horrorizada pelas condições do local, se uniu ao "Conselho para ajuda aos judeus". Conseguiu identificações da oficina sanitária, sendo que uma das tarefas era a luta contra as doenças contagiosas. Como os nazistas tinham medo de que se desencadeasse uma epidemia de tifo, aceitavam que os poloneses controlassem o lugar.


Logo entrou em contato com as famílias às quais oferecia levar os filhos com ela para fora do gueto. Mas não podia dar garantias de sucesso. As mães e as avós não queriam separar-se de filhos e netos e ela tinha que responder a seguinte pergunta: "Pode prometer que meu filho viverá?..." A única coisa certa era de que as crianças morreriam se permanecessem ali. De todo o processo, o mais difícil era o momento da separação. Algumas vezes, quando Irena ou suas companheiras tornavam a visitar as famílias para tentar fazê-las mudar de opinião, ficava sabendo que todos tinham sido levados no trem que os conduziria aos campos de extermínio. Cada vez que isso acontecia, ela lutava com mais força.
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"Não se plantam sementes de comida.
Plantam-se sementes de bondade.
Tratem de fazer um circulo de bondade,
este os rodearão e farão crescer mais e mais"
Irena Sendler
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Começou a tirá-los em ambulâncias como vítimas de tifo, mas logo a seguir se valeu de tudo o que estivesse ao seu alcance para escondê-los e tirá-los dali: cestos de lixo, caixas de ferramentas, carregamentos de mercadorias, sacos de batatas... Nas suas mãos, qualquer coisa se transformava em uma via de escape. Conseguiu recrutar ao menos uma pessoa de cada um dos dez centros do Departamento de Bem-estar Social. Com a ajuda, elaborou centros de documentos falsos, dando identidade temporária aos judeus.


Irena vivia os tempos da guerra pensando nos tempos da paz. Queria que um dia eles pudessem recuperar seus verdadeiros nomes, sua identidade, suas histórias pessoais, suas famílias... Foi quando inventou um arquivo que registrava os nomes das crianças e suas novas identidades. Anotava os dados em pedaços pequenos de papel que enterrava, dentro de potes de conserva, debaixo de uma árvore de maçãs, no jardim do vizinho. Guardava, sem que ninguém suspeitasse, o passado de 2.500 judeus... até que os nazistas fossem embora.
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Irena salvou 2.500 judeus. Há anos vive em uma cadeira de rodas por causa das lesões causadas por torturas impostas pela Gestapo.
Não se considera uma heroína. Nunca reivindicou crédito algum pelas suas ações.

"Eu poderia ter feito mais...", lamenta
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Um dia, os nazistas souberam das suas atividades. No dia 20 de outubro de 1943, Irena foi detida pela Gestapo e levada à prisão de Pawiak, onde foi brutalmente torturada. Irena era a única que sabia os nomes e onde se encontravam as famílias que abrigavam os judeus. Ela suportou a tortura e se recusou a trair seus colaboradores e a qualquer uma das crianças. Quebraram-lhe os pés e as pernas. Mas ninguém conseguiu romper a sua vontade. Foi sentenciada à morte. Uma sentença que nunca chegou a se cumprir porque a caminho do lugar da execução, o soldado que a levava a deixou escapar. A resistência o tinha subornado porque não queriam que Irena morresse com o segredo da localização dos meninos. Oficialmente ela constava nas listas dos executados. A partir de então, continuou trabalhando, mas com identidade falsa.
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"Peço a todas as pessoas de boa vontade que tenham amor, tolerância e paz, não apenas em tempo de guerra, mas também em tempo de paz"
Irena Sendler
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No final da guerra, ela mesmo desenterrou os vidros de conserva e fez uso das anotações para encontrar os 2.500 nomes. A maioria tinha perdido as suas famílias nos campos de concentração. As crianças só a conheciam pelo apelido: "Jolanta". Anos mais tarde, quando a sua história foi publicada em um jornal junto com suas fotos, diversas pessoas começaram a chamá-la para dizer: "lembro de seu rosto... sou um daqueles judeus, lhe devo a minha vida, meu futuro, e gostaria de vê-la!". Seu pai, um médico que faleceu de tifo quando ela ainda era pequena, lhe fez memorizar o seguinte: "Ajude sempre quem estiver se afogando, sem levar em conta a sua religião ou nacionalidade. Ajudar cada dia alguém tem de ser uma necessidade que saia do coração". Irena vive anos em uma cadeira de rodas por causa das lesões causadas por torturas impostas pela Gestapo. Não se considera uma heroína. Nunca reivindicou crédito algum pelas suas ações. "Poderia ter feito mais", responde sempre que se lhe pergunta sobre o tema. "Este lamento me acompanhará ate o dia de minha morte!"

Tradução do Espanhol by Manuel Franco del Castillo
Fonte: Jornal Alef, edição 1157.
Comitê Israelita do Amazonas
Obs. Irena Sendler morreu no dia 12/05/2008

Morre Irena Sendler:que salvou 2500 criancas judias durante holocausto